30 de junho de 2009
D&D: Novidades da Semana Passada
29 de junho de 2009
RPGCON: Faltam 5 dias!
26 de junho de 2009
Projeto Belém by Night para Mesa: A Segunda Guerra Mundial

Nessa época, o príncipe, através de seu principal contato com os anarquistas, Pierre, já consegue abafar quase de maneira absoluta o movimento em Belém. Apesar de não manterem a união e as atividades em conjunto, como existia antes da criação do principado, a comunidade cainita da cidade ao menos começou a respeitar-se, e seguir em frente com seus interesses.
Com o reaquecimento da produção de borracha para atender os interesses na guerra, a cidade retomou um tímido crescimento. Com isso, muitos dos que se diziam anarquistas retornaram ao lado de Edward, que por sua vez nunca deixou de tentar uma reconciliação com seus filhos rebeldes, sempre os esperando de braços abertos.
Edward tem um enorme amor pelo seu clã, e embora alguns membros tornaram-se, realmente anarquistas, mantendo-se firmes como oposição, outros retornaram ao lado do príncipe.
25 de junho de 2009
Perfil da Semana: Michael "Mwxs"
Mike para a maioria, os mais próximos também me conhecem por "Mwxs" (pronúncia-se "Mux").
3) Qual sua data de nascimento?
25 de fevereiro de 1984.
Nasci em Fortaleza, no Ceará.
5) Qual a sua formação educacional e/ou profissional? Curso o 5º semestre de Administração pela Universidade da Amazônia (UNAMA) e estou direcionando meus estudos às áreas de Gestão de Carreira e Investimentos Financeiros.
Comecei a jogar por volta dos 14 anos, jogo há pouco mais de 11 anos.
O grupo de jogo que eu criei não chama-se "Mesa Aleatória" a tôa... O sistema/cenário de RPG em si é o que eu avaliu por último na hora, por mim o que importa é jogar uma boa história. Mas enfim, tenho preferência por GURPS... E mais recentemente estou lendo (e curtindo) muito um RPG chamado "Savage Worlds". Já mundos de jogo, a Era Hiboriana de Conan é meu cenário de aventuras favorito sem sombra de dúvidas!
Eu gosto de jogar na maioria das vezes com personagens combativos... Guerreiros, Paladinos, Brujahs, Gangrel, etc. Não tanto pela porradeira, mas pelo espírito de luta também, que é uma característica pessoal minha (sou fã de artes marciais).
Há tempos aprendi, meio que por livre e espontânea pressão dos amigos, a gostar de ser mestre. Hoje a idade não me permite jogar qualquer coisa, por causa da escassez de tempo. Então eu mestro para que as coisas saiam do jeito que eu gosto de jogar e que bom que os jogadores aprovam! Então a resposta é: Eu prefiro ser mestre.
Já há uns três anos eu mestro no grupo que criei: A "Mesa Aleatória". A proposta é mestrar "arcos de histórias" que eu chamo de mini campanhas, sempre que uma delas acaba, eu faço uma enquete mudando de sistema e cenário. As vezes acontece de voltarmos na continuação de uma aventura que anterior.Já rolou D20, Arkanun, Millenia, GURPS, 3D&T... Agora estamos numa aventura de Vampiro, a Máscara: Os Caçadores Caçados chamada "A Cidade dos Vampiros".
12) Você está participando de algum projeto ou trabalho voltado ao RPG?
Eu tenho uma visão bem social do cenário RPGístico. Procuro ter contato constante com pessoas que estão querendo fazer algo ou possuem uma boa idéia na cabeça e sempre estou disponível para dar apoio sempre e da maneira que puder. Bato papo com talentos tanto daqui de Belém quanto de outros lugares.O meu próprio grupo de jogo faz parte desta minha "visão comunitária". Criei a Mesa Aleatória para apresentar sistemas e mundos de jogo variados para o pessoal fugir um pouco de feijão com arroz Vampiro-D&D. Alguns conheceram jogos que nunca haviam jogado antes e outros até perderam o pré conceito que tinham com alguns RPGs (especialmente no caso de GURPS e 3D&T).Ultimamente, estou dando apoio administrativo e colaboração com alguns textos à "Casa de Plástico", do Fabrício Caxias e John Bogéa que tem uns projetos de RPGs e jogos de tabuleiro para lançar no mercado.
13) Qual sua opinião sobre o cenário do RPG no Pará?
14) Você gostaria de deixar algum recado para os RPGistas?
Se for divertido, jogue. Se não, pule fora. RPG é um jogo, só isso. Não é para fazer mingau de zumbi com seu cérebro e nem se tornar um nerd remelento (nerd tudo bem... Remelento, tá foda! Hehehe).Sério, sempre que aparecer alguma onda RPGística na área, vamos prestigiar como puder! O RPG agradece.Acertos críticos a todos!
24 de junho de 2009
Saiba mais sobre o Projeto Augúrio
Fazia muito tempo que não visitava o Parque da Residência, e para minha boa surpresa, me deparei com um grupo bem organizado e empolgado jogando uma campanha baseada no antigo Mundo das Trevas.
Em tempos de domínio do D&D e Sistema D20, para mim foi uma agradável surpresa ver que ainda existem grupos de RPGistas que não abandonaram totalmente essa ambientalização maguinífica criada pela White Wolf.

Então, vamos a entrevista!
Qual o seu nome?
Ronaldo Felipe Corrêa Palheta.
O que é o Projeto Augúrio?
O Projeto Augúrio é um projeto de RPG, com o cenário de Lobisomem: O Apocalipse. É um projeto que busca além da diversão, narrador e jogador, da diversão básica do RPG. Ele busca a expansão. A possibilidade de propagação do RPG em si no cenário de Belém. O RPG, depois de uma época áurea, a uns 4 a 5 anos atrás, ele decaiu muito nos sistemas Storyteller. A gente viu por muito tempo mesas periféricas, mesas marginais de Storyteller, e vimos mais mesas do Sistema D20 como, por exemplo, Dungeons & Dragons, Trevas... Nós vimos muito isso! E vimos pouco do Storyteller. Mesmo as mesas de Vampiro: A Máscara, que são as mais populares, elas estavam escassas. Eu tomei essa iniciativa, a fim de trazer a esperança de que o RPG de Storyteller, daqueles projetos que existiam antigamente, novamente aos jogadores. Para essa geração nova que tem de RPGistas, aos nossos grandes pólos de RPG, como CEFET, como Ananindeua e como a própria Belém. Belém tem muitos RPGistas e o que só falta, é a comunicação! O Projeto Augúrio veio para dar a claridade de que é possível a comunicação. Através de diversos meios como o Orkut, como os próprios e-mails. A gente se comunica, a gente faz o market, a gente convida os jogadores. O próprio boca a boca também. Afinal de contas, a maioria desses RPGistas que estão encabeçando o Projeto Augúrio são jogadores bem experientes, com mais de 10 anos de RPG. A gente conseguiu implementar isso. O projeto Augúrio é hoje o que é por nós narradores e pelos nossos jogadores.
Qual o tempo existência do projeto?
Neste próximo dia 27 de junho, o Projeto Augúrio vai fazer um ano.
Como funciona o projeto?
O Projeto Augúrio funciona da seguinte maneira. Como nós trabalhamos com um público adolescente e adulto, todos têm responsabilidades, todos têm seus deveres, seus afazeres diários, todos nós temos consciência disso. O projeto é um projeto que acontece exclusivamente nos fins de semana, onde em algumas horas... Nosso funcionamento é das 15 às 19 horas, basicamente. Em algumas horas os jogadores podem se divertir através do RPG. Podem conviver socialmente. O nosso cronograma é de aproximadamente 4 a 5 meses de narrativas do Projeto Augúrio, que nós consideramos como 1ª edição, que seria o plot central. Durante as férias, para os jogadores que não viajam, para os jogadores que tem tempo e até para aqueles jogadores que não são do projeto, existem as mesas explicativas sobre pequenos detalhes do cenário. Porque a gente observa que, por mais que a gente se esforce durante uma narrativa, sempre vai haver pontas soltas, e essas pontas soltas podem entristecer o jogador pela falta de informação. A gente deseja explicar o máximo possível. Então, durante o período de férias, para os jogadores que podem, nós disponibilizamos as narrativas explicativas. Eu tinha um projeto inicial de que o Projeto Augúrio tivesse quatro segmentos: o básico, as explicativas, uma mesa para antagonistas Expirais Negras e uma quarta mesa para outros metamorfos. O que não aconteceu por ventura de nós termos nos acostumado com a nossa quantidade de jogadores com o nosso modo de jogar. Alguns narradores não abdicariam de seu final de semana inteiro. A gente não quer isso. A gente quer que tudo fique bem divertido. Que fique legal e divertido para todos os lados.
Por que foi escolhido para o projeto o jogo Lobisomem: O Apocalipse?
Nós narradores do Projeto Augúrio somos loucos pelo jogo Lobisomem: O Apocalipse, que é um jogo magnífico e por isso que nós o escolhemos como cenário principal, embora a gente aborde outros cenários como Mago: A Ascensão, Vampiro: A Máscara. O projeto Augúrio começou com uma idéia de haver quatro crônicas. Nós já terminamos a primeira. Já estamos a um passo de terminar a segunda, e teremos a duas últimas. A nossa proposta é fazer com que os jogadores vivam um pouco do que o próprio título do jogo é. O Apocalipse. Como é o apocalipse em uma visão. O Mark Rein-Hagen, que foi o criador do jogo, propôs uma visão, mas em nenhum momento ele disse “esta é a última visão. Esta é a visão cabal”. Todo narrador, todo jogador, de acordo coma sua interpretação tem um apocalipse para si. O projeto Augúrio vem para trazer isso, através de um cronograma que já tem um ano, e contamos que o projeto tenha pelo menos mais dois anos de duração até o seu término.
O projeto recebe algum tipo de apoio, além dos jogadores e narradores?
O Projeto Augúrio surgiu de uma única mente, através do seu aprendizado sobre o jogo e do cenário em si. Eu vi e pesquisei as possibilidades de incentivo, tanto fiscal quanto moral, de inúmeras pessoas e de inúmeros órgãos. Eu fiz tudo o que eu podia. Eu não me apego ao fato de que o RPG tem um ponto negativo com relação à sociedade. Porque nós RPGistas também fazemos parte da sociedade, e para nós não existe ponto negativo. Então o que acontece? Eu fui à busca da Lei Semear no CENTUR. Resolvi observar como seria todo o processo. A Lei Semear hoje pede o projeto tenha um cunho cultural e que acrescente à cultura local. Apesar de que o RPG ser baseado em folclore, em crenças sociais, afinal de contas são seres sobrenaturais que são os personagens do jogo, ficaria muito impróprio de um determinado tipo de mal gosto nós implementarmos a idéia inicial do projeto como uma coisa que pudesse ser divulgada plenamente. Hoje em dia, com um ano de projeto, a gente encontra essa mesma dificuldade, dentro da gente mesmo, por um único motivo. Nós utilizamos um espaço público e o RPG necessita de interpretação, faz parte do seu nome, e a interpretação, especialmente de algo fantástico pode chocar as pessoas que não conhecem aquilo. Está certo que a falta de conhecimento dessas pessoas também é culpa nossa, por que nós não procuramos encaixá-la no que o RPG é, e conscientizá-los sobre isso. Mas a gente se sente às vezes um tanto quanto tolido de não poder fazer determinados tipos de interpretação, e como em qualquer encontro social não poder falar de determinados tipos de coisas, por que nós utilizamos um espaço público. Nós ficamos meio que presos. Mas isso não tira a nossa diversão. Ainda sim nós nos divertimos com o que nós fazemos. Eu acredito que muitos dos nossos jogadores hoje podem olhar e falar “prefiro jogar no Projeto Augúrio do que jogar numa mesa dentro de uma casa onde vai ser um ambiente fechado, hoje vou estar sujeito a toda uma climatização, onde você divide atenções, não que em um local público também não haja, mas em um local público a gente pode propagar um pouco mais a nossa voz e chamar a atenção dos jogadores para que eles voltem ao jogo. Nós encontramos dificuldade sim, e sempre! E sempre vai ser assim! Dificuldades estão ai para serem superadas. E o Projeto Augúrio vai continuar.
Além dos dois anos que restam para o fechamento da estória, existe algum plano especial para o projeto?
RPG Pará – Em termos numéricos, quantos jogadores e quantos narradores o projeto possui?
O Projeto Augúrio hoje tem cinco narradores, cuja quantidade se mantém assim desde o início, embora um dos narradores tenha saído, um jogador ascendeu à narração por vontade de participar do projeto, e hoje nós temos aproximadamente de 20 a 25 jogadores. A proposta inicial era que fossem seis jogadores por mesa. O que daria 30 jogadores. Com os nossos 20 a 25 nós já temos muito trabalho. Com 30, a gente mais trabalho ainda. Não que isso fosse ruim. Mas em média, os que já passaram em nossas mãos, os jogadores que já participaram e saíram, por algum motivo, nós já tivemos por volta de 35 jogadores.
Isso quer dizer então que o número de jogadores no projeto já está fechado? Não existe espaço para novos jogadores?
Não. O Projeto Augúrio, como o próprio nome dele diz, tem como ênfase as fases da lua nos personagens. Essa é a nossa abordagem. As nossas divisões para escolha de personagem e de prelúdios, que é o que deve ser entregue primeiro aos narradores, parte do pressuposto de que determinados tipo de augúrio tem em demasia ou em escassez. Nós não dizemos “não há mais vagas no Projeto Augúrio”. Não há mais vaga em determinado tipo de augúrio. O que nós queremos ver é que as matilhas fiquem completas. Bem formadas. Bem no fundo, cada Garou, tem um pouco de cada augúrio dentro de si. Ele só foi escolhido por um para nascer. O que acontece é que o Projeto Augúrio recebe sim novos jogadores e sempre vai receber, por que a nossa real intenção não é fechar em algo, embora nós encontremos algumas resistências como o moralismo de que tudo deva ser regular. Não! Um dia nós temos uma matilha com três jogadores, mas em outro dia, nós temos uma matilha com sete, e a nossa proposta eram seis! O RPG, a base dele, como discordaria alguns amigos e estudiosos do RPG, é totalmente feito pelo jogador. Por mais que o narrador crie a estória, a estória só se movimenta, o organismo mesa de RPG, só funciona com a interpretação do personagem perante o cenário. Então as possibilidades são infinitas. A gente está com um ano e acredite que, os personagens que entrarem agora ou um pouco depois, não vão estar tão atrás dos outros. A interpretação é o que puxa a evolução do personagem. O jogador que está disposto a se dedicar à interpretação, todo fim de semana, terá o seu esforço recompensado. É inevitável! Nós lidamos com humanos e sempre haverá erros, e os erros acontecem. Porém nós fazemos o possível para dar o melhor aos nossos jogadores, e assim a gente da o melhor pra gente.
Então, aqueles que estiverem interessados em jogar. O que eles precisam fazer para participar?
Os interessados em jogador no Projeto Augúrio, primeiro o que eu indico é que venha, observe o ambiente, escute um pouco a estória, observe um pouco o que é a narrativa proposta pelo projeto. Se isso lhe interessar, você poderá pegar o contato dos narradores, e-mails e telefones. Depois você terá duas maneiras: uma você envia primeiro a sua proposta de prelúdio, então os narradores em comum acordo decidem o que pode ser modificado ou não, por fim nós lhe enviamos uma resposta, dando a resposta positiva ou negativa; ou você entra em contato por telefone e entrega os prelúdios em mãos, se assim você preferir. Como todo projeto, e para o bem de todo projeto, sempre haverão vantagens e desvantagens, e algumas restrições. Por que eu digo “venha antes, procure os narradores e observe”? Porque o projeto permite determinados tipos de personagens, porém ele bloqueia alguns tipos de características dentro do personagem, com qualidades e defeitos que desequilibram o jogo. Então você vindo e conversando, nós iremos explicar aos jogadores que queira jogar. O que é possível ou não? Você faz o prelúdio e entrega. Se você entrega até a quarta-feira da semana, no fim de semana subseqüente você já joga. Se você só pode entregar no fim de semana, então no outro você poderá jogar. É basicamente assim.
23 de junho de 2009
Projeto Belém by Night para Mesa: O Golpe de 30
22 de junho de 2009
Novidades para Dia D RPG 2009 e RPGCON
Foi anunciado na REDERPG que o Torneio Tentacular 2009 será realizado no RPGCON.
No torneio será usada as regras oficiais do Cuthulhu Masters Tournament, competição que anualmente é disputada na GenCon.
"O objetivo dos jogadores, além de sobreviver física e mentalmente ao cenário, será disputar uma vaga na mesa final e então o título de VENCEDOR DO TORNEIO TENTACULAR 2009. Os classificados para a mesa final ganharão prêmios e o grande vencedor receberá um prêmio especial" - trecho retirado do post da REDERPG.
Aqueles que quiserem saber de maiores detalhes acessem o link REDERPG: Torneio Tentacular 2009.
21 de junho de 2009
Novidades para D&D
Estou colocando um breve trecho de cada post para vocês terem uma noção do assunto, e nos títulos estou colocando os links para vocês lerem aqueles que lhes mais interessar.
REDERPG: Fortaleza no Pendor das Sombras (resenha)

"Esta é a primeira resenha da REDERPG dos livros da 4ª Edição de Dungeons & Dragons. Diferente da edição anterior, onde muitas vezes tínhamos duas resenhas – uma para o livro em inglês e outra para a sua edição brasileira –, nós agora iremos ter uma resenha única e global de cada produto, avaliando tanto o material e o trabalho original, assim como a versão feita pela Devir. Começando esta longa e épica jornada, vamos analisar justamente a primeira aventura e produto oficial lançado em português, a Fortaleza no Pendor dos Sombras."
REDERPG: Aventura Oficial - E2 Kingdom of the Ghouls

"Esta aventura de D&D 4ª Edição foi criada para personagens de 24º a 27º níveis, onde forças demoníacas tramam usurpar o poder da Rainha de Rapina (Raven Queen) sobre a morte, e todos os caminhos levam a um antigo reino escondido nas profundezas subterrâneas do Pendor das Sombras."
20 de junho de 2009
Projeto Belém by Night para Mesa: O Ciclo da Borracha

A prosperidade de Belém não passou desapercebida aos demais vampiros do país, atraindo os interesses dos Membros da Camarilla do Rio de Janeiro. Estes vislumbraram em Belém a chance de conquistar o segundo maior produto de exportação do país, a borracha, pois a cidade era uma das maiores produtoras de látex.
Chegara então a hora de cobrar o débito estabelecido na época da Cabanagem. O príncipe Lucas, do Rio de Janeiro, em contato com Sir Edward, anuncia a cobrança: a cidade deveria adotar o sistema de governo padrão da Camarilla, pois até então, a cidade mais parecia com um estado anárquico livre, e ter um representante direto do Rio de Janeiro em sua primigênie.
As repercussões do pedido, caso fosse aceito, traria graves conseqüências a estrutura política da cidade. Na reunião feita no dia 12 de Abril de 1901, com toda a comunidade cainita, Sir Edward coloca a polêmica situação em debate. A reação foi a pior possível. Edward, concordando com tal imposição, por ver-se sem outra saída, enfrentou duras acusações por partes de seus aliados. Tentou argumentar que esta seria a melhor decisão a ser tomada, convidando Kurt e Pierre para compor sua futura primigênie.
Kurt e Pierre eram muitos ligados às idéias de Edward. O Gangrel havia sido um dos pioneiros e já havia batalhado muito para construir uma sociedade longe da Camarilla, Pierre, por sua vez, estava praticamente fugindo dessa organização contra a qual lutou durante tanto tempo. Todavia, ambos chegaram a um consenso lógico, que tentaram passar aos outros. Era melhor tentar aceitar essa situação temporariamente, do que tornarem-se inimigos diretos da Camarilla e esperarem que a fúria dessa, já conhecida por eles, caísse sobre a cidade.
Entretanto, a comunidade cainita local, formada basicamente por Brujah e Gangrel com sonhos de liberdade, não deu ouvidos aos apelos dos dois. Achando-se traída por seu líder, iniciou-se o movimento anarquista em Belém, liderado pelo Brujah Mão Negra, que por ironia é prole de Pierre. Mão Negra, não aceitando a decisão de Edward, levou consigo a maior parte dos Brujah e vários dos Gangrel.
O enviado do Rio de Janeiro era um Grandchild de Lucas. O Toreador Maximo Biancchi Alcântara e Albuquerque chegou em Belém aos fins de 1901, marcando assim o início do principado imposto por Lucas. O clã Tremere, sabendo da organização da Camarilla na cidade, usa de sua influência e coloca na primigênie o único representante da Casa na região, o elder Lázarus Serruya, que vivia há algum tempo na cidade, estudando metamorfos.
A “Belle Epoque”, como ficou conhecido este período, foi marcada por luxo e ostentações. Barões da Borracha acendiam seus Havanas em notas de US$100,00, suas esposas mandavam seus caros vestidos para serem lavados na Europa, casas e armarinhos de produtos importados floresciam em cada esquina. Foi neste próspero cenário que Maximo chegou à cidade.
Sua primeira cartada foi transformar o então interventor municipal, Antônio Lemos, em seu carniçal. Em seus 15 anos como interventor, Lemos fez tudo possível para embelezar a cidade. Entre seus muitos feitos faraônicos, foi ele o responsável pela arborização de toda a Belém, e a criação dos famosos Túneis de Mangueiras, iluminação elétrica, bondes ingleses e a construção de um dos primeiros fornos crematórios da América Latina, dando nome ao chamado bairro da Cremação.
Apesar de inconformado, o recém-instituido príncipe teve que admitir que o Toreador estava fazendo um bom trabalho. Não o impediu de levar em frente seus planos, afinal, era sua tão sonhada cidade que estava florescendo cada vez mais. Isso o alegrava. Todavia, a política de Antônio Lemos escondia uma triste realidade, mostrando-se voltada apenas para os interesses da classe dominante. Por trás de todo esse glamour, a mendicância crescia desesperadamente e o número de prostitutas e criminosos aumentava a cada dia. Foi então que os novos anarquistas, utilizando-se de outro influente político local, Lauro Sodré, começam a fazer ferrenha oposição a Lemos.
Belém vê-se dividida em dois grupos, os Lemistas (partidários de Antônio Lemos) e os Lauristas (simpatizantes de Lauro Sodré). A oposição atuava de forma violenta. Eram muitas as críticas e atentados aos bens de Antônio lemos, culminando em 29 de Agosto de 1912 quando seus adversários, liderados por Lauro Sodré e apoiados pelos anarquistas, arrastaram Antônio Lemos pelas ruas, enquanto botavam fogo em suas propriedades, dentre elas o jornal "A Província do Pará". Depois desse incidente, Antônio Lemos retirou-se para o Rio de Janeiro, onde morreu em Dezembro de 1913.
E para piorar, as sementes de seringueira, de onde é extraído o látex, são vendidas para colônias inglesas na Ásia, acabando com o monopólio amazônico. Tal ato desestabilizou totalmente a economia de Belém. Os ingleses compravam a borracha por preços muito mais acessíveis, ainda sem correrem o risco de sofrerem os boicotes como a venda de pedras e barro misturados à borracha.
Por volta de 1915 o crescimento da cidade é encerrado de forma definitiva. A partir de então, a “Veneza Americana” entrou em decadência, e junto com ela seu príncipe. Edward culpou os mortais pelo fim da Belle Epoque e a partir de então, passou a dar mais importância as suas atividades.
Quem estiver interessado em participar e jogar no projeto basta enviar uma e-mail para mim (r4gabash@gmail.com) comunicando seu desejo.
18 de junho de 2009
Perfil da Semana: Johann "Carapan"
Johann Balder Barreto Andersen Trindade
2) Você tem algum apelido? Caso sim, qual é?
Tenho varios. carapan, flinston, qualquer apelido relacionado a cabelo comprido ou obesidade! huahauhauha.
07.02.1982
4) Qual a sua naturalidade?
Brasileiro de Belem - PA
5) Qual a sua formação educacional e/ou profissional?
Formado em Engenharia da Computacao
6) Você joga RPG a quanto tempo?
A primeira vez que joguei deveria ter uns 13 anos.
7) Como você conheceu o RPG?
Conheci primeiramente CCG jogando Magic The Gathering. Minha primeira aventura de rpg foi com meu irmao e primos jogando lobisomem o apocalipse, mas so comecei a jogar de verdade mesmo quando conheci vampiro a mascara.
8) Qual(is) o(s) seu(s) jogo(s) de RPG favorito(s)?
Vampiro a Mascara sem duvida é meu favorito, mas gosto de todos os jogos do WoD e AD&D, tem alguns outros jogos que gostaria de experimentar mas nunca tive a oportunidade.
9) Qual o tipo de personagem que você mais gosta de interpretar?
Gosto de qualquer personagem, desde que eu possa adicionar a ele alguma caracteristica diferente que possa torna-lo unico. Ultimamente tenho gostado bem mais de interpretar os personagens do que simplesmente o plot do jogo em si. A riqueza dos personagens que torna a cronica divertida.
10) O que você prefere ser: mestre ou jogador?
Jogador.
11) Você está atualmente participando de alguma campanha? Caso sim, qual é?
Sim, estou jogando AD&D em casa com uns amigos.
12) Você está participando de algum projeto ou trabalho voltado aoRPG? Caso sim, fale sobre ele.
No momento nao.
13) Qual sua opinião sobre o cenário do RPG no Pará?
14) Você gostaria de deixar algum recado para os RPGistas?
17 de junho de 2009
Dia D RPG 2009
16 de junho de 2009
Projeto Belém by Night para Mesa: A Cabanagem

O ápice dessa guerra deu-se em 1833, no movimento conhecido pelos mortais como Cabanagem, a única revolução no Brasil em que o povo realmente tomou o poder.
Os metamorfos, pela primeira vez, uniram-se contra o inimigo comum e resolveram tomar de assalto a cidade, aproveitando essa revolução popular. Metamorofos, misturados ao populacho, adentraram a cidade, incitando medo e pânico entre os vampiros. Eram inúmeros metamorfos que invadiam as ruas, atacando todo e qualquer vampiro que encontrassem em sua frente. A cena era de pavor, angústia e medo. Podia-se ver os membros totalmente impotentes perante tão ferrenha emboscada.
Nessa ocasião, Wangeroog tomba heroicamente frente a um dos líderes dos metamorfos. O combate entre o Gangrel e o Metamorfo ainda hoje é contado quando os mais jovens membros Gangrel reúnem-se. Segundo as histórias, Wangeroog perdeu um dos braços e continuou lutando até conseguir enfiar uma lança no coração da besta. Ambos foram destruídos. Outra vítima desse ataque foi Jean Paul. A cria de Edward foi totalmente imobilizada por dois Metamorfos, que depois de matá-lo, divertiam-se com o corpo do vampiro, de baixo do olhar revoltado de Sir Edward, que, ocupado com o inimigo, nada pôde fazer para salvar sua prole.
O ataque foi realmente fulminante. A cidade foi tomada por completo, deixando os vampiros a mercê dos metamorfos. Até os refúgios mais escondidos foram revirados, como foi o caso de Landi, que foi achado e posto em torpor depois de sofrer muitos ferimentos.
O que deixava Edward mais intrigado era saber como essas criaturas, conhecidas por odiarem umas às outras, conseguiram unir-se com um propósito comum, e como fruto dessa união, a cidade ficou à mercê das presas e garras dos metamorfos.
Indignado, Sir Edward tenta de todas as maneiras buscar apoio para não sucumbir totalmente. Inicialmente, procurou os de seu clã, entretanto, a maioria encontrava-se já em guerras e revoltas. Sendo que os únicos que se prontificaram a ajudar, foram os Toreador do Rio de Janeiro, os quais eram filiados a Camarilla, a organização que Sir Edward tanto evitou.
Os reforços chegaram rápido e de forma eficiente. Conseguindo através de manipulações conter o movimento mortal, quebrando o suporte dos metamorfos para o domínio da cidade. Um Brujah, Pierre de Lyon, instalado há alguns anos na cidade, adepto das idéias de Edward, lidera as tropas contra os metamorfos, adquirindo grande prestígio junto ao líder Brujah. Em 1841, foi quando finalmente estabeleceu-se A Fronteira, um marco de divisão entre as raças. Kurt Szardos, que assumiu a liderança dos Gangrel após a morte de Wangeroog, foi o principal responsável pela criação da mesma, e até hoje são os Gangrel, sob sua liderança, que a defendem e que reforçam os acordos com os licantropos locais. Do lado de dentro, sitiados, mas relativamente seguros, os vampiros, sobreviventes e vitoriosos, agora foram capazes de analisar as perdas e tentar superá-las. Chegara a hora de desenvolver a cidade, vê-la crescer e prosperar.
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Continua...
Quem estiver interessado em participar e jogar no projeto basta enviar uma e-mail para mim (r4gabash@gmail.com) comunicando seu desejo.
15 de junho de 2009
RPGCON: Feira de RPG Independente

Concerteza devem existir RPGistas em nosso estado que já tem algum material pronto ou em fase de elaboração. Seria uma excelente oportunidade de mostrar suas idéias e quem sabe conseguir bons frutos como a publicação, por alguma editora, do seu material.
Eu considero uma oportunidade imperdível! E para aqueles que se interessarem em saber mais e ler sobre o informativo basta aessar o link RPGCON: Feira de RPG Independente.
13 de junho de 2009
Projeto Belém by Night para Mesa: Adesão à Independência

No entanto, o Brigadeiro José Maria de Moura, representante militar da Coroa, mantinha controle ferrenho sobre a situação na província, debelando os focos de revolta. Em 1823, Dom Pedro I, desistindo de resolver a questão diplomaticamente, envia o comandante John Grenffel para resolver definitivamente o impasse.
Em Agosto de 1823, Grenffel chegou à Baía de Guajará. Reconhecendo que os portugueses tinham muitos armamentos, arquitetou um plano: comunicou que estava trazendo uma poderosa esquadra, capaz de bombardear e destruir boa parte da capital paraense - o que era uma mentira. A notícia, recebida pelas autoridades, provocou enorme divergência. Os portugueses pretendiam enfrentar toda a frota do comandante inglês. A polêmica foi resolvida através de uma votação fechada no Palácio do Governo, resultando na adesão do Pará ao novo regime em 15 de Agosto do mesmo ano.
Grenffel, tomando controle da cidade, inicia uma violenta repressão aos portugueses. O padre Batista Campos ainda tentou evitar que alguns destes conflitos populares tomassem proporções desastrosas, mas acabou sendo acusado por Grenffel como um agitador político. Os revoltosos sem controle, saquearam os bens dos portugueses, causando um caos na cidade. Como última opção, Grenffel prende 5 líderes revoltosos, e fuzila-os. Não satisfeito com a execução de uns poucos indivíduos, Grenffel reuniu 256 homens suspeitos, inclusive alguns simpatizantes da república, que foram levados aos porões do Brigue Palhaço, onde foram queimados com cal viva, apenas 4 sobreviveram. Criou-se um sentimento de revanchismo no povo paraense, o que culminou em várias revoltas populares eclodindo pelo interior que contavam com o apoio dos metamorfos. A maior delas foi a Cabanagem.
Quem estiver interessado em participar e jogar no projeto basta enviar uma e-mail para mim (r4gabash@gmail.com) comunicando seu desejo.
11 de junho de 2009
Perfil da Semana: Arthur "Commoner"
Hoje é dia de Perfil da Semana. Portanto vamos conhecer o RPGista da semana e o que ele pensa.1) Qual o seu nome?
Arthur Rosa do Amaral
2) Você tem algum apelido? Caso sim, qual é?
Commoner
3) Qual sua data de nascimento?
14/01/1992
4) Qual a sua naturalidade?
Belém - PA
5) Qual a sua formação educacional e/ou profissional?
Ensino Médio (Incompleto)
6) Você joga RPG a quanto tempo?
Ha mais ou menos 5 anos
7) Como você conheceu o RPG?
A primeira vez que eu tive contato com ele foi em uma matéria do Jornal Hoje, foi amor a primeira vista.
8) Qual(is) o(s) seu(s) jogo(s) de RPG favorito(s)?
Jogo muito 3D&T, tenho uma paixão muito forte pelo D&D mas nunca joguei ele
9) Qual o tipo de personagem que você mais gosta de interpretar?
Pilotos Mechas e Swashbuckler's
10) O que você prefere ser: mestre ou jogador?
Ser mestre é bem mais gratificante
11) Você está atualmente participando de alguma campanha? Caso sim, qual é?
Nenhuma no momento
12) Você está participando de algum projeto ou trabalho voltado aoRPG? Caso sim, fale sobre ele.
Bom sou editor da Revista Digital de RPG Acerto Critico, e estou trabalhando em uma companha Nacional de RPG
13) Qual sua opinião sobre o cenário do RPG no Pará?
Precisa crecer mais
14) Você gostaria de deixar algum recado para os RPGistas?
Continuem jogando, mas não faça que isso interfira em suas vidas
10 de junho de 2009
RPGCON: Saiba dos Detalhes
Salve povo! Eu sei que vários blogs e home pages já comentaram sobre a programação da RPGCON, porém não custa nada relembrar, e quem estiver interessado em participar deste evento, que promete muito, estar munido de todas as informações e da programação. Então vamos à elas!
Data e Local
Dias 4 e 5 de julho de 2009
Colégio Notre Dame; Rua Alegrete, 168 (próximo ao Metrô Sumaré)
Ingressos
Venda Promocional Antecipada na d3store: R$ 10,00 cada ingresso online, até 29/06/2009
Venda Antecipada: os ingressos físicos começam a ser vendidos em três postos de venda a partir de segunda-feira, dia 08/06:
JWORLD: Rua Guaraú, 41 - Mirandópolis - São Paulo – SP. Ao lado do metrô Pça. da Árvore.
Terramédia - Loja da Devir Livraria: Rua Teodureto Souto, 624 - Cambuci - São Paulo. Paralela à Avenida Lins de Vasconcelos.
Bilheteria (no dia do evento): Inteira R$ 20,00; Estudante R$ 10,00
Ingressos Promocionais para Caravanas e Associações
Para auxiliar a organização das caravanas e incentivar a participação dos grupos e associações, a RPGCON oferece os seguintes pacotes de ingressos antecipados. Para adquiri-los, entre em contato com d3@rpgcon.com.br ou wallace@rpgcon.com.br, até 26/06/2009.
De 10 a 19: R$ 8 por dia por pessoa + 1 ingresso para o organizador
De 20 a 39: R$ 8 por dia por pessoa + 2 ingressos para os organizadores
De 40 a 49: R$ 8 por dia por pessoa + 4 ingressos para os organizadores
Acima de 50: R$ 8 por dia por pessoa + 6 ingressos para os organizadores
Áreas de Jogo e Inscrições
O pavilhão de jogos (Amarelo) será dividido em quatro setores para facilitar o acesso dos jogadores e mestres.
Cada setor (Fantasia, Horror, Moderno/Sci-Fi e Outros) terá uma coordenação separada. Dessa forma, os jogadores poderão escolher com mais facilidade entre as aventuras disponíveis e evitaremos as antigas (e odiadas) filas.
Para os mestres que precisam de um espaço diferenciado, o evento oferece o Hangar 18 (uma corruptela da Área 51) no pavilhão Cinza, onde serão realizadas mesas especiais como o Torneio Tentacular, as baterias do Desafio D&D 4ª Edição, entre outros.
Para essas duas áreas, as inscrições devem ser realizadas antecipadamente no site. Uma das novidades é que somente OS MESTRES precisam realizar esse processo. Os jogadores não precisam da pré-inscrição — basta se apresentar ao coordenador do setor, escolher sua aventura, sentar e jogar.
Jogo Organizado
No mesmo pavilhão (Cinza), um espaço será destinado ao jogo organizado dos principais sistemas — D&D com a RPGA, Mundo das Trevas com The Camarilla, Shadowrun com os Commandos, etc. Mais detalhes sobre essas áreas serão divulgadas na programação do evento.
Miniaturas e Cardgames
Além do espaço tradicional para os campeonatos de cards (Magic, Pokemon, Vampire e L5R) e miniaturas, o evento oferece um setor específico para trocas e jogos casuais. Traga seu deck, bando ou coleção e venha encontrar outros colecionadores, pro-players ou participar dos torneios principais e relâmpago.
Outras Atrações Confirmadas
- Feira de RPG Independente - Um espaço reservado para os criadores de RPG e jogos trocarem idéias, expor seus sistemas e cenários, firmar parcerias e divulgar suas criações. Corrdenação da Surreal.
- OPELF - Um ciclo de palestras, oficinas e workshops sobre literatura fantástica, contos e ficção. Coordenação da Céos.
- Salas das Associações - Um setor inteiro de salas para as associações mostrarem seus trabalhos, oferecer atividades, criar laços com grupos similares e angariar novos membros.
- Feira de Jogos - Duas salas de 40 m2 para abrigar uma das atrações mais visitadas de qualquer evento. Coordenação d3system.
- Tormenta 10 Anos - Uma palestra do Trio (Cassaro, Saladino e Trevisan) para comemorar os 10 anos do cenário nacional mais amado e polêmico de todos os tempos.
- Mesa de Vidro - Um bate papo sobre o evento e o mercado com a Equipe d3system e editores convidados.
- Stands: Editoras, expositores e associações terão seu espaço no pavilhão vermelho.
- Encontro Nacional de Blogs: Uma sala de ponto de encontro fixa, um espaço com rede wireless no pavilhão cinza e a presença dos autores e escritores dos principais blogs de RPG do Brasil. A RPGCON inteira nasceu para abrigar essa festa - e o d3system também estará lá.
Fonte do Post:
8 de junho de 2009
Rede RPG e Devir Livraria: Concurso Livro do Jogador de D&D 4ª Edição
Salve povo!
A Rede RPG e a Devir Livraria estão promovendo um concurso de aventuras. É o "Concurso Livro do Jogador": crie uma aventura para D&D 4ª Edição e ganhe um exemplar do Livro do Jogador de D&D 4ª Edição em português.
A Rede RPG descreve as seguintes regras para poder participar:
1) Dos concorrentes: Poderá concorrer qualquer pessoa residente no território nacional. Não serão aceitos participantes que residam fora do Brasil. É vedada a participação de membros e funcionários da Equipe da REDERPG e da DEVIR LIVRARIA.
2) Da aventuras a ser submetida: Cada concorrente poderá submeter apenas 1 (uma) aventura. No texto da aventura deverá obrigatoriamente ter: Antecedentes da Aventura, Resumo da Aventura e Ganchos para os Personagens dos Jogadores.
3) Do envio do material e inscrição: Todo material deverá ser enviado via correio eletrônico, em arquivo anexo word .doc ou compatível, para o endereço <mtelles@centroin.com.br>, sendo a inscrição efetivada com a confirmação de recebimento. No subject da mensagem deve estar escrito - Concurso Livro do Jogador. No e-mail de inscrição deve constar o nome completo e endereço do participante.
4) Da premiação: Será premiada a melhor aventura escolhida. O criador da aventura vencedora ganhará um exemplar do Livro do Jogador de D&D 4ª Edição que será enviado para sua residência, sem nenhum custo para ele, e a sua aventura será publicada na REDERPG, ricamente ilustrada pelos artistas da nossa equipe.
5) Dos prazos: O prazo final para envio das sinopses será dia 12 de julho de 2009. O vencedor será anunciado publicamente no portal da REDERPG e posteriormente sua aventura será publicada também aqui no portal. O ganhador será informado e receberá em sua casa, sem nenhum custo, o seu exemplar do Livro do Jogador de D&D 4ª Edição.
6) Do julgamento: O julgamento dos concorrentes será feito pela Equipe da REDERPG.
7) Disposições Gerais: Os casos omissos serão resolvidos pela Equipe da REDERPG.
É pessoal! Esse concurso é uma grande oportunidade para aqueles RPGístas paraenses, que já tem essa prática de criar campanhas para D&D, de mostrar suas criações e de quebra ganhar um prêmio muito interessante.
Seria muito bom ver um paraense ganhar esse concurso. Criadores de plantão, apresentem-se!
Fonte do Post:
7 de junho de 2009
Projeto Belém by Night para Mesa: A Chegada do Príncipe
A 25 de Março de 1752, parte de Setubal, Portugal, a caravela comandada pelo capitão Cervantes trazendo para Belém a comitiva vampírica de Sir Edward. Nela estava o próprio, sua prole Jean Paul e seus aliados Gangrel: Wangeroog, sua prole Kurt Szardos, Amrum e Feggestad.
A viagem dura cerca de 3 meses, e prevendo a necessidade de se alimentarem, carregam os porões do navio com animais, além de contratarem vários marinheiros para lhe servirem de alimento. Quando passavam pelo arquipélago de Cabo Verde, encontram-se com uma outra nau portuguesa, a qual tomam, manipulando seus tripulantes e forçando-os a seguirem para o mesmo destino.
Por fim, aportaram em 13 de junho de 1752. Imediato foi o seu espanto por tão imensas e selvagens terras, tão imediato quanto o início dos problemas, porque os monstros os quais tinham ouvido falar não eram lendas, eram realidade e faziam destas terras sua morada. Eles não aceitaram a vinda de Sir Edward e de sua gente, houve contenda e muitas vezes os vampiros viram-se no limiar de desistir de sonho e fugirem de vez para salvarem-se, apenas sua vontade e valor de luta os salvou.
Foi quase um século de combates, travados na escuridão, na sombra das ruas e da mata, longe dos olhos dos mortais que nessas terras viviam, temendo a noite e o que ela ocultava. Durante esse tempo, os cainitas sofriam muitas perdas. Várias vezes fugiram descontrolados perante aos enfurecidos ataques dos metamorofos, para poderem manter-se vivos, foram avançando pouco a pouco, progredindo à medida que aumentava o número de membros e a quantidade de humanos trabalhando para eles, ou como tropa de choque, ou através de manipulações.
Com muito esforço e desgaste, conseguiram manter uma área relativamente segura na cidade, repelindo os metamorfos desses locais. Foram muitos anos de incessantes lutas para que conseguissem o mínimo de estrutura de que precisavam para sobreviver na cidade, imiscuindo-se na sociedade mortal e ganhando influências.
De forma alguma Sir. Edward e os seus atacaram os metamorfos. Quando houve tais brigas os vampiros tiveram o intuito de lutar apenas para sobreviver, afinal, a quantidade numérica e o poder físico dos metamorfos era muito superior. Mas os membros usaram principalmente de suas manipulações com os mortais expulsando os pouquíssimos metamorfos que ainda viviam na cidade, haja vista que a grande maioria já havia migrado para as profundezas da floresta, pois a cidade expandia, cada vez mais os seus limites.
Outro importante fator para que os membros não fossem destruidos de uma vez, foi a intensa desunião dos metamorfos, que devido as interesses própios e a diversos fatores de ordem cultural, eram extremamente individualistas, vivendo em constante conflitos entre si. Ainda levando em consideração que também deparavam-se com varios outros afazeres na vastidão da Amazônia, e que desviavam sua atenção da pequena cidade em crescimento.
Durante esse tempo, mortais foram abraçados, carniçais criados e vários outros vampiros chegaram à cidade. Dentre os chegados, um arquiteto de renome entre os mortais, o italiano Antônio Giuseppe Landi. Landi utilizou de sua influência e projetou diversas construções de importância para a cidade, como o Palácio do Governo e a Catedral e a Arquidiocese de Belém. As obras de Landi foram de grande importância para os cainitas, proporcionando salas subterrâneas e túneis secretos, que salvaram mais de uma vez a vida de muitos dos Membros.
Todavia muitas foram as perdas incluindo a morte de dois pioneiros: Amrum, que sucumbiu em combate com um Garou enfurecido e Feggestad que desapareceu nas matas sob circunstâncias misteriosas.
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Continua no próximo domingo.
Quem estiver interessado em participar e jogar no projeto basta enviar uma e-mail para mim (r4gabash@gmail.com) comunicando seu desejo.
6 de junho de 2009
Trailer do Thundercats – O Filme?
“ANTIGOS ESPÍRITOS DO MAL! TRANSFORMEM ESTA FORMA DECADENTE EM MUN-HA!!!”
ehehehehehehehehehehehe… muito firme!
Salve povo! Quando o meu irmão me mostrou o link desse vídeo, por um momento eu realmente acreditei que seria verdade. “Vão fazer o filme dos Thundercats?!?!? Vou poder ver o Mun-Ha em ação de novo?!?!?”
heheheheheheh… foi bom enquanto durou, pois logo no final é informado que o vídeo não é verdadeiro, apenas criado como uma forma de exercício técnico e para dar risadas.
Se era pra dar risadas, comigo isso não aconteceu. Eu fiquei tão vidrado com o vídeo que nem percebi que era uma montagem de cenas de vários filmes (Tróia, Wolverine, O Senhor dos Anéis, etc.) com modificações visuais. Confeço que senti um saudosismo muito grande e uma emoção divertida de rever esses personagens de desenho da minha infância.
Vocês devem estar se perguntando: o que isso tem haver com RPG?
Eu respondo: TUDO!
Afinal de contas, o RPG é uma brincadeira que envolve imaginação e fantasia, e por que não jogar uma mesa representando os Thundercats? O 3D&T não existe pra isso? É povo! Graças às várias idéias de RPGístas e os vários sistemas disponíveis, hoje não é muito dificil adaptar um desenho, um game ou um filme para ser jogado como RPG. Por que não?
“Espada Justiceira! Dê-me a visão além do alcance!!!”
5 de junho de 2009
Dragon Age vai virar RPG
Salve povo! Notícia atrasada, mas quem sabe não menos interessante. Isso dependerá de quem ler.
A BioWare, uma divisão da Electronic Arts Inc., anunciou no dia 15 de maio uma parceria com a Green Ronin Publishing para criar uma versão para RPG do seu vídeo game, ainda não lançado, Dragon Age: Origins.
“A criação deste RPG terá o objetivo de tornar mais acessível o universo de Dragon Age para os fãs de RPG em busca de uma outra maneira de esperimentar o mundo fantástico de Thedas.
"Nós estamos encantados em estar trabalhando com a Green Ronin para explorar melhor o universo de Dragon Age através de um roleplaying game. Nós estamos entusiasmados de mostrar a fantasia heróica, sombria e única de Dragon Age para nosso público de uma forma totalmente nova, um complemento perfeito para o histórico jogo que estaremos lançando para PC, Xbox 360, e PLAYSTATION 3 no segundo semestre.", disse o Dr. Ray Muzyka, Gerente Geral e Presidente da BioWare e Gerente Geral e Vice-Presidente da EA".
“O RPG de Dragon Age estará à venda em lojas de RPG e quadrinhos a partir do meio de 2009. O primeiro lançamento será com um boxed set perfeito para novos e veteranos rpgistas. A Green Ronin pretende lançar boxed sets e módulos suplementares, expandindo o mundo de Dragon Age ainda mais” – trecho retirado da Rede RPG.
FONTES DO POST
4 de junho de 2009
Perfil da Semana: Nelson “Asfalto”
Salve povo! Hoje é dia de Perfil da Semana. Portanto vamos conhecer o RPGista da semana e o que ele pensa.
1) Qual o seu nome?
Nelson Alexandre Alcantara Nunes
2) Você tem algum apelido? Caso sim, qual é?
Asfalto
3) Qual sua data de nascimento?
02/02/1979
4) Qual a sua naturalidade?
Belenense
5) Qual a sua formação educacional e/ou profissional?
Jornalista (Repórter Cinematográfico)
6) Você joga RPG a quanto tempo?
16 Anos
7) Como você conheceu o RPG?
No colégio, comecei com aventuras fantásticas, muitos deles, depois joguei um que também era aventura fantástica. Só que dava pra fazer planilha, foi o meu primeiro contato com construção de personagem, permitia inclusive um grupo de ate quatro jogadores, o mestre literalmente lia o livro e interpretava os NPC’s. Daí foi um passo para o Tagmar e tudo mudou!
8) Qual(is) o(s) seu(s) jogo(s) de RPG favorito(s)?
Sendo mundo das Trevas, to topando, Storyteller é o que há! Rules! Mas admito ter alma Garou, se é que tenho alma! Tenho?
9) Qual o tipo de personagem que você mais gosta de interpretar?
Eu gosto mesmo é de interpretar, todavia prefiro personagens que são completamente diferentes de mim, são um desafio!
10) O que você prefere ser: mestre ou jogador?
Prefiro jogar, mestrar é que nem cozinhar, você ta andando, daí da vontade de escrever uma história e pronto! Só que nos grupos que joguei a vida inteira, sempre tiveram vários mestres, então não preciso mestrar sempre. Deu até saudades, querem jogar?
11) Você está atualmente participando de alguma campanha? Caso sim, qual é?
Sim, to jogando num grupo misto de “werebichos” (garou, mago e alguns outros “metamorfos”)
12) Você está participando de algum projeto ou trabalho voltado ao RPG? Caso sim, fale sobre ele.
Não!
13) Qual sua opinião sobre o cenário do RPG no Pará?
Eu to super por fora, tenho jogado no mesmo grupo há anos! Sem saber o que ta rolando lá fora!
14) Você gostaria de deixar algum recado para os RPGistas?
Continuem jogando, não é parando de jogar RPG que você vai se tornar um “adulto”! To falando isso porque tive amigos que acharam isso e resolveram para de jogar porque queriam ser adultos e piraram achando que tinham que curtir outras coisas, ate tinham razão em alguma coisa, mas não sobre as etapas da vida. O jogo hoje é muito bom, não melhor, diferente de antes, e agora vejo meu filho correndo pela sala querendo os dados pra brincar. Outra vantagem é que pago pelos meus livros, antes era uma “coisa” conseguir grana pra comprar o que precisava!
3 de junho de 2009
Projeto Belém by Night para Mesa: Introdução
Salve povo! Devo confeçar que minha idéia de jogar Vampiro: A Máscara por e-mail não deu certo. E nem estou muito interessado em tentar entender o que aconteceu. Porém não vou deixar a peteca cair. Decidi mudar a estratégia e partir para algo tradicional. A mesas e sessões de RPG.
Agora, a minha proposta será a de realizar mesas de Vampiro: A Máscara. Mesas a serem realizadas nos finais de semana, mais preferencialmente nos sábados a tarde, em lugares públicos, tal como Parque da Residência.
As campanhas serão compostas por 4 jogadores, nem mais e nem menos, e terão duração aproximada entre 1 a 2 meses. A idéia é criar uma rotatividade de jogadores e dar oportunidade a todos os jogadores que quiserem participar do projeto.
Nessas mesas pretendo usar a ambientalização do projeto para live action “Belém by Night – No coração da Amazônia Sobrevive Um Ideal”, criado por um grupo de amigos a alguns anos atras, que foi um grande sucesso entre os jogadores da época, porém o tempo e as responsabilidades que surgiam na vida dos organizadores fizeram com que o projeto não durasse mais do que 2 anos. Também vou fazer algumas pequenas alterações para que seja viável o uso dos mais variados tipos de clãs a serem usados.
O ponto forte do pojeto será baseado nos acontecimentos ocorridos durante as mesas que poderão ou não causar efeitos no enredo e consequentemente nas mesas a serem realizadas por seguinte. Desta forma criando a possibilidade dos personagens do jogadores de evoluir no contexto da trama e interagir com outros personagens de jogadores.
Para controle de quem irá participar das mesas, eu irei criar uma espécie de fila de espera por ordem de contato a ser realizado comigo pelo e-mail r4gabash@gmail.com. Os interessados deverão enviar um e-mail demonstrando seu interesse em participar do projeto, deixando um contato de telefone para que eu possa fazer ligações comunicando e confirmando a participação nos dias de mesas. Os que ficarem na fila de espera, eu irei colocar aqui no blog, sempre que forem iniciar novas mesas, a relação dos jogadores que estão na vês e os subsequentes.
Se tão logo os 4 primeiros interessados em participar do projeto fizerem contato, pretendo realizar a mesa inaugural no sábado do dia 13/06/2009. Maiores detalhes sobre a ambientalização, eu irei fornecer aos jogadores uma cópia em PDF, e irei postar aqui neste post e nos próximos posts partes do enredo e acontecimentos das mesas que estiverem acontecendo para os outros jogadores acompanharem o desenrolar da trama.
Portanto, aguardo o contato dos interessados.
Que venha a luta pelo poder! Que venha a Gehenna! Que venham as mesas!
I. INTRODUÇÃO
"Salve, ó terra de rios gigantes/ D´Amazônia, princesa louçã!/ Tudo em ti são encantos vibrantes/ Desde a indústria à rudeza pagã/ Salve, ó terra de rios gigantes/ D´Amazônia, princesa louçã!" - Hino do Pará, Arthur Porto
A história da cidade de Belém, do ponto de vista vampírico, pode ser definida levando-se em consideração dois aspectos: o primeiro, diz respeito aos nativos que ocupavam a região antes mesmo que os europeus chegassem. Algumas dessas pessoas, chamadas pelos colonizadores de índios, traziam com eles uma variedade de genes que os permitiam variar sua forma, ou seja, eram metamorfos.
Como todos sabem, a Amazônia é lar de diversas dessas espécies que viviam desde muito entre os nativos. E, como não podia deixar de ser, essas criaturas reagiram de forma feroz à colonização do homem branco e muito pior com a chegada, em 1752, dos vampiros.
Esses grupos trouxeram sua doença, sua escravidão, seu catecismo e sua maldição para uma região onde os metamorfos comungavam em carne e espírito com sua Deusa-Mãe, Gaia. Por isso o confronto foi, e continua sendo, inevitável, o que resulta numa constante briga - por que não dizer guerra - por cada centímetro do território onde a cidade foi erigida.
Essa disputa pode ser vista de forma mais palpável quando levamos em consideração que a única coisa que mantém os metamorfos afastados da cidade, foi a criação de um acordo meramente informal, “A Fronteira”.
Em cada lado desse marco, as duas espécies são livres para governar conforme suas diretrizes: Na cidade ficam os vampiros, controlando seus setores mais importantes. Enquanto no interior encontram-se as diversas raças de metamorfos, habitando um vasto território de mais de 1.200.000Km2, entrecortado por garimpos ilegais, grandes projetos internacionais, vastas áreas de queimadas, grandes fazendas de gado, etc. Tudo isso contribui para a depredação da região que eles chamam de lar.
O segundo fator, porém não menos importante, é a mentalidade de seu príncipe, Sir Edward. Esse nobre senhor feudal inglês é, na mais ampla significação da palavra, um sonhador. O ideal motivador de Sir Edward é construir novamente a cidade perfeita, uma nova Cartago. Esta cidade seria governada por ele e seguiria as suas ordens. Mas nem por isso deixaria de ser uma cidade justa, onde vampiros e humanos pudessem viver conforme suas vontades.
Foram muitas as tentativas de Sir Edward de ver seu sonho concluído, indo todas por água abaixo, o que o levou a dar-lhe uma última chance: construiria tal cidade em região totalmente distante das facções que poderiam derrubá-lo, na Amazônia. Ele imaginou que aqui ficaria longe daqueles que o repudiavam, que o tinham expulso de sua terra e que o taxavam anarquista pelo simples fato de tentar construir uma sociedade mais justa e igualitária - mas que estivesse sob seu total controle, é claro. Com esse intuito ele chegou em Belém, e começou sua luta para levar seu plano adiante. No início foi difícil, os metamorfos não se acostumaram com a idéia de terem vampiros por perto. E a cidade por si só já era muito sombria, carregada de misticismo acerca dos diversos espíritos que por ela vagam, mas que para o povo não passam de lendas contadas por seus avós.
Mas ele não desistiu. Lutou bravamente e conseguiu fixar-se no poder, mantendo-se até os dias de hoje e controlando a cidade com mãos de ferro, para conter tanto os Cainitas e sua sede por poder como a ira dos metamorofos e seus espíritos aliados.
2 de junho de 2009
GURPS Ogre
Salve povo! Para não dizer que não posto nada sobre GURPS, eis que trago uma resenha da REDE RPG sobre um dos suplementos.
Lendo as novidades da REDE RPG, vi que eles fiseram uma resenha do livro suplemento GURPS Ogre.
Mas, do que trata exatamente GURPS Ogre?
“Primeiro, é necessário um pouco de contexto histórico. Ogre foi um dos primeiros jogos de tabuleiro projetados por Steve Jackson. A primeira edição deste wargame futurista com tanques gigantescos data de 1977, quando Jackson ainda trabalhava em uma empresa chamada Metagaming Concepts. O jogo propunha um embate assimétrico entre um gigantesco blindado tipo Ogre contra um combinado de forças convencionais, e foi um sucesso imediato, sendo logo seguido por G.E.V, uma expansão com hovercrafts de combate. Em 1980, Steve Jackson fundou sua própria companhia, que dois anos depois lançaria novas edições de Ogre e G.E.V. Desde então, a linha cresceu e multiplicou, com dinâmicas alternativas (Battlesuit, de 1983), expansões (Shockwave, de 1984), jogos de computador (1986), miniaturas, cenários e regras adicionais, versões de luxo, uma edição estrangeira (japonesa em 1988) e inúmeras re-edições do jogo principal (a sexta e última data de 2008). Ah, sim, e um suplemento de RPG: GURPS Ogre, em 2000” – trecho retirado da REDE RPG.
Bom… confesso ter pouco conhecimento sobre GURPS, e muito menos sobre wargames. Portanto, irei compilar abaixo a opinião do pessoal da REDE RPG sobre esse lançamento, já que eles já tem um trabalho bom em analisar os materiais lançados para GUPS.
“Pode-se afirmar com segurança que GURPS Ogre não é um dos melhores suplementos para GURPS. Passa bem longe disso, até. Porém, GURPS Ogre também tem seus méritos, e pode ser um excelente produtos para determinados tipos de jogadores. A começar pela própria ideia de representar um Ogre. Por um lado, é o sonho de consumo de todo munchkin! Por outro lado, pode ser um desafio intrigante para quem gosta de interpretar criaturas complexas, que fogem dos padrões. Em seguida, vale mencionar o tom definitivamente tecnológico e militarista do cenário, o qual pode agradar alguns jogadores. Neste sentido, a simplificação das regras de sensores e a adição das regras de combate veicular abstrato é um outro ponto bastante positivo. E, finalmente, é um tributo aos muitos fãs do wargame. Eles podem ser poucos aqui no Brasil (eu não conheço nenhum), mas nos EUA tenho certeza que são muitos – e fiéis.”
Quem quiser se interar de toda a resenha feita pelo pessoal da REDE RPG sobre o lançamento, basta acessar o post GURPS Ogre (Resenha).
FONTES DO POST:









