No primeiro capítulo do livro o autor discorre sobre o conceito de “jogo” e seu surgimento, que data de muitos séculos com os romanos, gregos e astecas.
O segundo capítulo é o que trata da história do RPG, de sua inspiração nas batalhas de miniaturas dos criadores que muitos já conhecem até meados da primeira década deste milênio. Mas o que me surpreendeu foram curiosidades, como o jogo de miniaturas criado por H.G. Wells, surgido depois das regras criadas por Gary Gygax e Dave Arneson, e a pesquisa das publicações de RPG com suas respectivas datas e características. Talvez esses fatores expliquem o porquê da cultura do jogador norte-americano gostar tanto de combates com miniaturas.
Outros pontos interessantes são histórias das editoras e até o papel da imprensa. E para finalizar, a história dos jogos de RPG no Brasil. Este capítulo trata também da questão dos criminosos que acusam o RPG como forma de aliviar a pena alegando insanidade.
O terceiro capítulo, totalmente científico, trata das entrevistas que o pesquisador fez com praticantes do jogo, sobre que enriquecimentos eles eventualmente adquiriram com o RPG. Interessante para apresentar a pessoas que fantasiam negativamente sobre o jogo, já que é um trabalho aprovado pela CAPES, órgão do governo brasileiro.
Para outra leitura bastante relevante sobre a história dos jogos e do RPG, recomendo a interessante dissertação de mestrado de Matheus Vieira Silva “O jogo de papéis (RPG) como tecnologia educacional e o processo de aprendizagem no ensino médio”, que começa na página 36. Aqui:
http://rpgacademico.blogspot.
Gilson
2 comentários:
Fala Gilson, qual destes Mateus foi (e será de novo) nosso palestrante?
: )
Olha, ambos têm trabalhos interessantes. O Matheus Vieira Silva(com 'h'), que conhecemos em São Paulo, aplicou com jogadores como sua pesquisa.
Já o Mateus Souza Rocha é o autor do livro, que é a pesquisa dele, e entrevistou praticantes do RPG e buscou descobrir os possíveis enriquecimentos com o RPG.
Li as duas pesquisas, além de outras que ainda estou lendo, e ambas são bastante interessantes para palestrar.
Fui convidado para aplicar RPG com jovens infratores e estou vendo como viabilizar isso.
Gilson
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