19 de janeiro de 2012

Perfil do RPGista: Wendeel Picanço

Salve povo! Eis que surgiu, depois de um longo inverno, um RPGista disposto a participar de nosso quadro "Perfil do RPGista".

Vamos conhecer o entrevistado e o que ele pensa:

1) Qual o seu nome?

Wendeel Picanço Palheta


2) Você tem algum apelido? Caso sim, qual é?

Tenho o suficiente para não me lembrar da maioria, que variam muito de forma, intenção e apelação. Mas os mais conhecidos são “Picanço”, meu sobrenome, e “Wendy” uma forma “agueizada” de me chamar que sempre me persegue.

3) Qual sua data de nascimento?

01/09/1987.

4) Qual a sua naturalidade?

Paraense.

5) Em qual cidade você mora?

Em Belém, mas específico em Icoaraci, já que todos dizem que é outra cidade.

6) Qual a sua formação educacional e/ou profissional?

Sou graduando do Curso de Artes Visuais da UFPA. Amantes das artes que a escolhi como profissão.

7) Você joga RPG a quanto tempo?

Desde 1997, mas entendam que esse foi o ano que eu comecei a jogar.  Passaram-se anos que não joguei nada, nem mesmo RPG de computador, então diria que tenho uns 10 anos de RPG de fato.

8) Como você conheceu o RPG?

Conheci através do grupo do meu irmão que hoje não joga mais. Depois disso, através do mesmo mestre (Carlos “Anime” Brito) comecei jogar jogos em 3D&T que ambientavam animes, como: Pokémon, Hunter x Hunter e Dragon Bal Z. Nessa época eu estava na 5ª série e já estava viciado em RPG e ai aconteceram às mortes que envolveram o RPG. Pronto! A “Inquisição” se instalou em casa e fiquei uns 3 a 4 anos sem jogar.

9) Qual(is) o(s) seu(s) jogo(s) de RPG favorito(s)?

Diria que sou fã de sistemas. O último livro que eu comprei antes da “Inquisição em casa” foi Tormenta 3ª Ed. para Sistema Daemon, então passei anos lendo o mesmo livro, por isso com certeza esse é o meu sistema preferido. Adoro a forma que ele te possibilita a interpretação do personagem e a similaridade que ele possui com a realidade. Só depois que conheci os sistemas mais antigos como Storyteller e GURPS.  Então sou fã de muitas linhas desses sistemas.

Agora os mais atuais tenho gostado pouco com exceção do Storytelling que acho interessante. Porém D20 e D&D 4ª edição (que comprei e depois vendi quando acabei de ler) sou bem apático em relação aos seus produtos, pois após a aparição da OGL eu não pude mais comprar meus livros preferidos nas lojas de RPG de Belém, era só D20.

10) Qual o tipo de personagem que você mais gosta de interpretar?

Isso depende muito do tema da mesa. Como um amante da arte, para mim esta arte de interpretar é o mais importante no RPG.

Então normalmente tento me surpreender com variações de personagens, como por exemplo: um padre em WoD e um professor de História da Arte em GURPS horror.  Mas geralmente meus personagens caem no estereótipo do herói, o bom, justo e honroso.

11) O que você prefere ser: mestre ou jogador?

Acho que narrador é a melhor opção, apesar de não ter tido muitas oportunidades de narrar e ser ainda inexperiente. Mas adoro jogar, quando mestre é bom e nos obriga a interpretar, acho que é exatamente por isso que não gostei de D20 e de seu sucessor, pois para mim parece mais um jogo de xadrez do que um RPG.

12) Você está atualmente participando de alguma campanha?

Amém. Estou participando de uma campanha de Daemon cujo cenário é o Arkanum (Olha o sistema Daemon de novo). Começamos no final do ano passado, mas já está bem empolgante.

13) Você está participando de algum projeto ou trabalho voltado ao RPG?

Não. Infelizmente não tive muito tempo desde que entrei na faculdade, então deixei meus projetos e esboços para trás e me dediquei ao estudo. Mas penso em retomar a qualquer momento se assim o tempo permitir.

14) Qual sua opinião sobre o cenário do RPG no Pará?

No começo achava que o RPG no Pará era o pior de todo o país até conhecer o RPG Pará e ver que ainda existem muito jogadores nesse estado tentando fazer alguma coisa por esse magnífico jogo.  Os jogadores ainda tentam manter o nosso hobbie na ativa, mas acho que o mercado de vendas de materiais ainda é muito fraco, dificilmente encontro livros e quando encontro é só D&D, então para mim isso é o que mais me desmotiva aqui no Pará.

15) Você gostaria de deixar algum recado para os RPGistas?

Não desistam de seus jogos preferidos, não porque um ou outro não estão mais jogando esse jogo, ou por que o próprio cenário teve seu fim, ou porque ele foi ultrapassado que vocês devem parar de jogar. Não se juntem ao modismo a não ser que ele realmente seja digno de ser valorizado. Não deixe que as empresas que vendem esses materiais para RPG ditem o que você pode ou não ter, corra atrás em lojas antigas, lojas na internet ou até mesmo baixe e-books na interne. Mantenha-se na luta, pois um dia quem sabe ele não pode voltar e lhe fazer feliz com novos produtos.

E principalmente continuem lendo esse Blog!

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ATENÇÃO!!!

Estamos procurando por RPGistas Paraenses (residentes ou não no estado) ou RPGistas de outros estados ou nações residentes ou que já residiram no Estado do Pará, que queiram participar do Perfil do RPGista. Para participar basta enviar um e-mail para rpgpara@hotmail.com respondendo as respostas das 15 perguntas frequentemente usadas nas entrevistas e anexar uma foto do RPGista.

2 comentários:

Sonado disse...

Fico feliz em ver que há gente se divertindo com o RPG, mesmo que seja no Pará (isso pq é longe de onde estou [SC] e significa que não terei contato) e tem coragem de se pronunciar quanto a isso.

^^

Michael Wevanne de Santiago disse...

Olha só...A volta do "Perfil do RPGista", hehe. É legal ler sobre a visão de outras pessoas sobre o jogo.

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