28 de junho de 2011

Mulheres e RPG

Autora: Cíntia Lisboa

Olá galera! (:

Bem, no meu primeiro post eu irei começar falando sobre mulheres e RPG. Tentando unificar essas duas complexidades. u.u


Eu não sei se vocês já repararam, mas quase não contamos com a presença de meninas, garotas... tá! Mulheres nos encontros do RPG Pará. Mas por quê?

Por que esse assunto não interessa as mulheres?

Por que isso é fútil nas visões delas?

Não é não! Pelo contrário. É algo que nos chama bem a atenção. Mas infelizmente há muitos que não sabem como prender o nosso interesse quando se trata de RPG, pois pra muitos, RPG é apenas pancadaria, morte e mais morte. E todos nós sabemos que não é assim.

Primeiro acho que devemos começar nos fazendo duas perguntas básicas:
  1. O que as mulheres mais gostam de fazer?
  2. Por que elas “não tem dado certo no RPG”? ( Morrem com facilidade )

As respostas:
  1. É mais que óbvio. Gostam ( gostamos u.u ) de falar, falar e falar sem parar. É... tagarelas mesmo. Mulheres não gostam muito de porradas e coisas do gênero  (no geral). Mulheres gostam de provar o seu devido valor através de desafios que a façam raciocinar.
  2. Eu creio que, pelo que sei e já vi, uma grande parte dos mestres gostam e narram muita ação. Claro! Isso é necessário, independente do RPG ou sistema. Mas nos casos das mulheres, seria interessante fazer com que elas pensassem e interpretassem bem o personagem, usufruindo de cada vantagem, desvantagem, etc. E já que uma boa parcela dos mestres narram esse tipo de “mesa violenta”, mulheres não se saem bem interpretando isso e acabam morrendo em combates.

Conversando com um amigo (o Elves), ele me disse:

“Não tem jogos certos ou errados para mulheres. Dependendo do mestre, a experiência muda. Porém, existem certos sistemas que enfatizam mais o combate, como D&D e 3D&T”.

É... realmente ele está certo. Não é porque, como já foi citado acima, o 3D&T seja um jogo mais combativo que mulheres não irão jogar. Entretanto, por experiência própria, eu afirmo que mulheres (mais uma vez lembrando que isso é no geral, claro que há suas exceções) preferem jogos onde a interpretação seja priorizada e os jogadores não precisem estar, vulgarmente falando, “se matando toda hora ou batendo em qualquer coisa”.

Na mesma conversa ele disse:

“O novo mundo das trevas resolveu minimizar o máximo possível o combate para que a interpretação se sobressaia. Já narrei mesas de vampiro onde o uso da violência foi quase nulo”.

Concluindo, acho que se torna perceptível que para integrar as mulheres no mundo do RPG uma boa dica é substituir o combate por desafios onde o raciocínio, a interpretação e a inteligência sejam necessárias. E mais, onde um possível combate direto trouxesse mais problemas para os personagens, então não só a jogadora, como os demais tentariam evitar isso.

É claro que há momentos em que a jogadora mulher terá que interpretar uma cena onde ela mata, onde ela luta ou qualquer coisa do gênero, independente se for uma mesa de vampiro, de fantasia, ficção científica, etc. Enfim, isso terá que acontecer. Mas uma boa seria minimizar o máximo possível isso.

37 comentários:

Cíntia Lisboa disse...

Yaaah, tragam mulheres para o mundo RPGístico \o/

Lennon disse...

Hum... Que complicado... eu compreendo isso como verdade, ja vi tanto a regra quanto a excessão, mas enfim.
Outro problema que pode ser citado é que, na maioria das vezes, elas preferem sistemas cuja caracterização do personagem seja mais simples, ou seja, sem muitos caracteristicas a serem definidas, ou caracteristicas com pouca abstração, de preferencia que ja estejam, a maioria citada na ficha. O que dá outro ponto positivo ao Storyteller (menos as qualidades e defeitos, mas enfim...)

Claro que posso talvez estar errado, mas foi a conclusão que tirei com base nas minhas observações...

John Bogéa disse...

Boa postagem, gostei, mesmo.

Costumo dizer que gosto de narrar mais para mulheres do que pra homens. A mesa realmente ganha mais profundidade. Como também não curto pancadaria, acabo me dando bem entre as meninas (no bom sentido).

Acho que o grande trunfo do storyteller nos anos 90 foi trazer mais mulheres para as mesas de jogo, enfatizando aspectos mais profundos dos personagens enquanto os homens se preocupavam muito com a parte técnica.

Não tenho nenhuma pesquisa, mas também tenho a percepção de que mulheres gostam de sistemas menos técnicos, onde se o background do personagem realmente importa para a sessão de jogo e realmente influencia o sistema.

Gilson Rocha disse...

Esta indagação já me fiz e pode render uma interessante pesquisa científica.

O John pontuou em cheio: por quê o mundo das trevas atrai mais mulheres que os outros sistemas? Aspectos culturais/históricos podem estar nas raízes disto.

Este questionamento, RPG/mulheres, também já me levou ao questionamento anime/mangá/mulheres, pois este tipo de entretenimento atrai mutias jovens. E é sabido que muitas personagens femininas nestas mídias são as protagonistas, têm o poder (social, fantástico, político, tecnológico, etc.). Será que as consumidoras desejam isso, em virtude de vivermos num planeta machista?

Gilson

John Bogéa disse...

Acho que é a coisa do gênero mesmo, Gilson. Mulheres são naturalmente mais maduras que homens, portanto é lógico que busquem jogos mais maduros.

Jogos gamistas, com muita base mecânica (e obviamente focados em estratégias de combate) acabam gerando desinteresse. Isso acontece também com HQs e video games.

Quando se apresenta uma proposta mais madura, abordando outros valores motivacionais dos personagens e tornando o combate apenas mais um elemento do jogo e não o foco do jogo, gera o interesse instantâneo nas meninas. Isto é, você tira um pouco a testosterona do jogo pra deixar a partida interessante para ambos os sexos.


Mas... Obviamente há exceções, também tem muitas meninas que adoram matar-pilhar-destruir. :)

Gilson Rocha disse...

A Força forte em ti é. Larga a propaganda e faz pesquisa. A remuneração é tão boa quanto ou melhor, muito melhor.

Gilson

John Bogéa disse...

Rapas, do jeito que tô frustrado com a publicidade belenesnse, largo essa porra até pra ser garçon, hauhauahau

o Clérigo disse...

É bom saber o ponto de vista das mulheres sobre o assunto. Geralmente a mente masculina é muito mais fechada e menos criativa que a feminina. Talvez por isso os homens procurem tanto resolver as coisas pela força e as mulheres, pela inteligência.

Mike Wevanne disse...

Não concordo que homens curtam mais jogos violentos e... Ei, seu goblin lazarento, vem cá que eu vou te rachar o crânio!

Hehehe. Òtimo post, parabéns à autora.

Uma visão prática da coisa pode ser: existem mais meninos jogando RPG do que meninas. Meninos interagem mais com meninos do que meninas. Continua existindo mais meninos jogando RPG do que meninas.

André Mousinho disse...

Uma coisa que observo na minha esposa que não joga RPG (mas já apresentei-lhe o jogo e rolou uma one-shot certa vez) é que ela critica perda de tempo fazendo ficha. Para ela é inconcebível passar uma tarde inteira (como uma vez aconteceu num grupo onde eu estava) fazendo ficha de 2 mil pontos pra GURPS Supers 3E.

Aí o que eu observo é: ela (e talvez outras) não curtem perder tempo fazendo ficha, mas gostam de interpretar (ainda que dentro de suas limitações). Tanto faz se é 3D&T, D&D, OSISQUEVONVAIJO etc. Aliás, para ela, quanto menos números houver na ficha, melhor - perde-se menos tempo procurando o que deseja.

Mas eu adoro mulheres na mesa de jogo! Que venham as mulheres!!!

(hã, respeitosamente, claro...)

RafaelKain disse...

Uma mulher definitivamente aumenta a gama narrativa de um mestre.

Novos temas e cenas podem ser interpretadas. Eu sou muito adepto! Para falar a verdade, minha esposa é viciada nesse jogo! Porem, até hoje, nunca encontrei uma mulher que fosse tão fã como um homem (até hoje!), normalmente elas não são tão ligadas a lançamento, regras e afins, mas mesmo assim, gosto muito da presença delas.

Para mim, uma mesa perfeita são 3 homens e 2 mulheres.

Dragões do sol Negro disse...

Caracas muito bom!
Comentou pontos importantíssimo e levantou novas discussões! Gostei!
Parabéns a Cíntia Lisboa e ao Ragabash.

Mike Wevanne disse...

Eu acho que muitas mulheres são mais interessadas em jogos de RPG pelo evento social (o pessoal se reunindo para fazer algo juntos) do que pelo jogo em si.

John Bogéa disse...

Pô o Mousinho acertou em cheio, a mulherada gosta de interpretação, mas não curti ficar horas criando personagem (alias, quando a criação leva mais de meia hora eu também já acho chato pra carai).

E como disse, adoro mestrar pra mulheres. A muito tempo atrás tinha um grupo de 6 meninas pra quem narrava Mago a Ascensão. Elas realmente gostavam do jogo, adoravam ter liberdade para interpretar. E a magia criativa de mago é ótima para abstrair.

John Bogéa disse...

Ah, uma coisa que eu detesto são os "RPGs FOR MAN", que exploram a imagem feminina com certo apelo sexual, pra não dizer machismo desnecessário (alguns artistas/autores esquecem de uma coisa chamada "contexto").

Vi um desenho de uma certa heróina (que não vou citar quem) de um certo cenário nacional (que não vou citar qual), e me perguntei: "Que mulher criaria uma personagem nua com o corpo coberto apenas por cipós? sendo que um deles está enfiado em sua bunda como um biquíni de fio dental?". Só pode ser coisa de adolescente punhe... ops, com muito hormônio, hehehhehe

ryodan leon disse...

Bom eu já narrei pra mulheres e não sofri dificuldade nenhuma. E acho muito legalque venha jogar ainda mais ahu ahu ahu

Lennon disse...

Sei de qual cenario você esta falando e na verdade não concordo nesse ponto. A maioria das mulheres gosta de criar personagens sensuais, principalmente quando conseguem explorar a sensualidade "in game".
Normalmente o problema é mais o machismo do cenario, o que felizmente, a maioria dos sistemas tenta afastar ao maximo, divergindo do nosso infeliz contexto historico.

Gilson Rocha disse...

Não sou estudioso do assunto, mas há inúmeras pesquisas sobre gênero (e sexualidade), de como masculino fazem/não fazem algo, podem/não-podem algo.

E acompanhando apenas por curiosidade, venho observando e ouvindo (e não falando) sobre essas diferenças que são forjadas ao longo de nossas vidas, desde antes de nascermos (as cores das roupas, os brinquedos, etc.). Nos exemplos acima citados podemos confrontar com outros. Boxe e lutas em geral são esportes extremamente violentos, apenas de pancadaria, mas podemos ver mulheres empolgadíssimas no meio do público. E muita vaidade nunca foi exclusividade feminina.

Eu também não suporto gastar mais que dez minutos fazendo uma ficha. Passando disso o sistema já começa a me desagradar antes de conhecer jogando.

Homens fofocam/falam tanto ou mesmo até mais que mulheres. Talvez exista alguma pesquisa inglesa a respeito. E o encontro social é desejado por ambos, independente. Ou ambos estão interessados mais no jogo.

Sobre interpretação eu gosto muito de pirar no personagem. Se não conheço o sistema não tento conhecê-lo muito enquanto jogo, apenas digo o que desejo fazer e os jogadores me orientam com os rolamentos e se é possível.

Gilson

Lennon disse...

Ops, um adcional. A quantidade de informações elas tiverem que decorar em relação ao cenario. Elas valorizam mais a progressão em termos de personagem do que do cenario. Quanto mais o cenario for proximo do real, (ou seja menos informações novas a esse respeito) melhor

Gilson Rocha disse...

Fernando "Fino" (aspas duplas²) de Curitiba na Berlinda do Pará!

John Bogéa disse...

@Lennon, existe diferenças gritantes entre sensualidade e vulgaridade. Enfiar um cipó na bunda definitivamente não é sensual. :)

@Gilson, concordo, com tudo.

John Bogéa disse...

@Lennon, não concordo com sua última afirmativa. Isso se aplica a casos em ambos os sexos com a mesma intensidade.

Gilson Rocha disse...

Não podemos generalizar algo, nunca!

Gilson

Carlos disse...

ja pensou uma mesa dessa? assim ate eu quero mestrar

http://www.paragons.com.br/wp-content/uploads/2009/07/gajada.jpg

Cíntia Lisboa disse...

Voltei u.u
Aff, tinha umas idéias pra falar a respeito dos comentários de vocês, mas acabei me perdendo lol. Enfim, falando por mim, eu gosto de demorar fazendo a ficha do meu personagem porque de certa forma eu acabo "conhecendo" mais e sabendo usar toda a ficha depois. Não acho que seja uma "perda de tempo" Mas em alguns pontos em relação a isso vocês estão certo.
Concordo com o Lennon quando ele diz que as mulheres gostam de criar personagens sensuais. Os meus pro exemplo são u.u Até porque os meus personagens são todos mulheres, e eu aproveito pra dar alguns características que eu gostaria de ter e coisas do tipo. A Catarina, minha personagem do Vampiro, tem muuuito de mim.. Ela tem meu autoritarismo, meu "egoísmo" e minha luxúria u.u coisa que não ter no mundo real ): puff* Por isso, se for preciso eu passo o tempo que for necessário construindo o personagem, Claro, uma tarde também né... já é apelar.

Leonardo Teixeira disse...

Parabéns Cíntia,

Uma excelente postagem...concordo quaundo diz que mulheres não curtem muito RPG com violência excessiva, mas acho que ninguem gosta quando alguma coisa fica excessiva no RPG...minhas mellhores mesas narradas foram aquelas que contaram com a presença de mulheres.
Hoje narro uma mesa de Vampire exclusivamente para homens e um amigo meu narra uma mesa de Mage em paraleleo no mesmo cenário com 50% de presença feminina.
Acredito que mulheres gostem de mesas que envolvam intrigas, manipulações e jogos de poder e como consequencia tenham sim sua pitada de violencia para asquentar de vez em quando.
Vamo trablhar para trazer a mulherada pra mesa galera, elas são tão ou mais divertidas quanto nós e deixam a mesa com outros ares..

Spellmaster disse...

Muito boa a postagem. Também não gosto muito de pancadaria extrema. Por isso procurei sistemas alternativos que tivessem foco em roleplay (mesmo assim meus colegas só fazem personagem p/ combate rsrs). Infelizmente na minha cidade não existem mulheres interessadas em RPG. Só se importam com festas. Houve um caso (um único caso), mas o narrador era um bocó e espantou a pobre com seu D&D Extreme, e seus guerreiros matadores de deuses.

O Mestre Walla disse...

Meus parabéns. Posso dizer que começou com o pé direito.
Ainda não tive a oportunidade de mestrar para uma mulher, mas a namorada de um dos meus jogadores interessou-se pelo jogo e pretende ingressar no grupo, tão logo iniciemos uma nova campanha. Entretanto, ela contava com uma característica fundamental na hora de eu explicar-lhe o jogo : ela gosta de MMORPG. Ai foi só comparar o sistema da mesa (D&D 3.5) com o MMO que ela joga (Cabal) e pronto! Em 1 hora, consegui o quê o namorado dela vinha tentando há meses (sem piadinhas de cunho sexual).
Contudo, tomarei alguns cuidados, como eu mesmo criar a ficha de personagem (eu já faço isso para os outros jogadores mesmo, por uma questão de equilíbrio) e ir explicando o jogo aos poucos. Ao mesmo tempo, preciso encontrar um estilo de jogo que agrade tanto a ela quanto aos outros jogadores, apesar do fato dela gostar de MMO ser uma indicativa forte de que ela gosta de combate, mas posso estar enganado.
Acho que um ponto muito importante ao mestrar para mulheres é: se o Mestre tem dúvida quanto às preferências de uma jogadora (por combate ou interpretação, por preencher ou não sua ficha), pergunte! O Mestre não é Deus (pelo menos não fora do jogo) para adivinhar o gosto dos outros.

Elves disse...

Na minha opinião o que espanta muito as meninas também são os chicletes grudentos que ficam o tempo todo cantando as jogadoras. No meu caso eu espanto esse tipo de jogador. eu também estou iniciando algumas meninas no mundo do rpg agora, levando sempre para a mesa coisas comuns ao mundo em que elas vivem: pessoas invejosas, amigas falsas, npc's fazendo comentarios libidinosos e adensando bastante a relação delas com os personagens secundarios da trama. Percebi que as garotas se interessam por detalhes que passam despercebidos por alguns homens. como um comportamento emocional estranho por parte de um amigo. claro tudo isso dentro da mesa.de qualquer forma o combate ainda aparece, mas de forma mais pessoal no caso da jogadora, normalmente eu relaciono o antagonista de alguma forma negativa a personagem dos jogadores em geral.
Mas de qualquer forma uma das peças fundamentais para deixar as jogadoras interessadas é a curiosidade. a mulher sempre quer saber o que está acontecendo. ja ouvi umas três vezes a pergunta: "mas o que vai acontecer com o pobrezinho?" e ninguem nunca ficava sabendo no final de contas hehe
Bom post cíntia, continue assim, estou impressionado como vc conseguiu elaborar um texto assim tão significativo.

Michael Wevanne "Mwxs" disse...

O Elves chegou num ponto importante, tem bode que parece que nunca viu mulher, hehe.

Parabéns novamente à Cynthia por estrear com um post que deu muito pano para manga para a galera discutir!

Fabricio Caxias disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Fabricio Caxias disse...

Voces que gostam de D&D e gostam de interpretar, deveriam procurar cenarios menos "porrada" como Ravenloft e fazer uso de suplementos que falem mais doq regras de combate, como o Book of Erotic Fantasy.

As minhas jogadoras q nao eram minhas namoradas, continuaram jogando, acho que nesse quesito consegui fazer oq um mestre tem de fazer - incentivar e propagar o jogo.

Ps: erros de digitação, por estar com um barbaro infantil no colo.

:DouG disse...

Olha essa mulherada curtindo um D&D hehehe:

http://www.youtube.com/watch?v=NwL-9xcMs_Y&feature=player_embedded#at=47

Ana Beansìdhe disse...

Ótimo post! Foi direto ao ponto. :)Parabéns!
Eu narro para um grupo só de homens, e busco sempre equilibrar desafios físicos com problemas que eles só resolverão interpretando ou usando de raciocínio e/ou cooperação entre eles. Acho que os extremos na história (só pancadaria ou só tagarelice)devem ser evitados pra uma mesa interessante pra todos.
Ahh, eu gosto de arrancar cabeças de orcs e beber hidromel em seus crânios ainda quentes...Mas acho que sou uma exceção...hehehe :P

Ana Beansìdhe disse...

Concordo com suas palavras, Gilson.

Gilson Rocha disse...

Valeu, Ana! Estou devendo um reencontro com vocês. Ainda jogam nos mesmo horário e local?

Gilson

Ana Beansìdhe disse...

Sim, passa lá! Abraços!

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